Waypoints e outros bichos

Nada como o mundo moderno. Antigamente você pegava a carta em papel e plotava os pontos, localizando nas margens latitude e longitude. Hoje você clica nas cartas digitais no computador que pode baixar “de grátis” no site da Marinha, através de algum software que as leia e marca os waypoints.
A desvantagem é que em geral, um sistema não “fala” com o outro. Ou seja, se você usa o software x e o gps y, dançou neném… ou faz uma ginástica cheia de subterfúgios pra conseguir plotar, digamos 15 ou 20 waypoints cheio de numerozinhos – que a cada ano vão diminuindo diante das minhas lentes de óculos, Para de drama...ou digita um por um, incorrendo certamente em algum erro de digitação em algum lugar do trabalho, o que poderá levá-lo a um problema na hora da navegação.
Cartas de papel? R$ 49,90 a preço oficial cada uma.
No final da brincadeira você investe em GPS-Plotter, cartas digitais que funcionem nesse GPOS (essas não são grátis…), e cartas de papel. Acabou? Não, aí tem que aprender a usar isso tudo e depois fazer efetivamente o trabalho de plotar.

Sobre Ricardo Amatucci

Trabalhar com amor, afinco e seriedade. Chegar lá será a consequência!
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