Na Bahia novamente…

Chegamos após um vôo tranquilo e fomos direto para Aratu, ver o Tangata. No trajeto paramos para fazer um supermercado, afinal, fazia mais de três meses que estávamos em Sampa. Curtimos um dia de descanso na piscina do IC de Aratu e após encontrar com a tripulação do Vagabundo, partimos para o norte da Baía de Todos os Santos, para conhecer alguns lugares menos badalados, mas nem por isso menos charmosos.
Paramos próximos à igreja de Nossa Senhora do Loreto, na Ilha do Frade, construção que data de 1645.

Em frente ao Loreto, curtimos a Ilha do Bom Jesus, onde uma deliciosa moqueca de “siri catado” nos esperava, num restaurante onde as mesas ficam à sombra de um mangueiral. Claro, após a refeição pegamos um abastecimento de mangas e levamos a bordo…

Dia seguinte, véspera de reveillon, fomos para o Terminal Náutico da Bahia, numa vaga com banheiro e outros luxos de marina. Saímos com o amigo Vail, a esposa Helena e mais um casal, a bordo do veleiro Mony para ver a passagem e os fogos em frente ao Farol da Barra. Ancoramos em meios a outros muitos barcos e esperamos a meia noite, quando um show de fogos alucinante aconteceu. Muuuuuitos fogos, durante muuuuito tempo. Coisa de guardar para sempre na memória (e na filmadora !).

Dia primeiro de janeiro partimos para Itaparica, onde estamos hoje, dia 2/01/2011.
Lugar pitoresco, mas de trágica lembrança, aqui foi assassinado o velejador Abel há quase dois anos, em fevereiro de 2009. O que corre por aqui é que os ladrões e assassinos foram mortos para servir de exemplo: onde há turismo, nada de problemas… Não sabemos ao certo, mas o fato é que a paz e o sossego, hoje sem dúvida, reinam. A ilha de Itaparica é linda e merece a (boa) fama que tem.

Durante a maré baixa, em frente à marina, forma-se uma faixa de areia e por consequencia uma praia onde se pode curtir a areia. Alguns pescadores vêm pegar camarões para usar de isca. Esta manhã, pudemos curtir essa linda paisagem.
Depois um passeio pela cidade. Bem perto da marina – quase dentro – é possível pegar água da “Fonte da bica”, cuja construção data de 1842. Sua água possui propriedades medicinais segundo especialistas… e segundo a tradição popular também…

A igreja do Santíssimo Sacramento, que data do séc. XVIII, foi construída em pedra, cal e óleo de baleia (a caça de baleias foi durante muitos anos a principal atividade econômica da ilha). Alí próximo, uma praça com diversas opções de bares e restaurantes… E lá fomos nós: peixe frito e cerveja(s) gelada(s) próximo ao mercado Carneiro Ribeiro e do mercado de peixe (Santa Luzia), na orla, curtindo a paisagem.

No caminho, uma simpática bahiana com perfumados cajús que renderam alí mesmo no restaurante da praça, algumas caipirinhas perfumadas…

Amanhã? Quem sabe… Depois eu conto…

Sobre Ricardo Amatucci

Trabalhar com amor, afinco e seriedade. Chegar lá será a consequência!
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Uma resposta a Na Bahia novamente…

  1. diz:

    Podia fotografar o prato… deu água na boca!!
    Feliz 2011!
    Que bons caminhos acompanhem vocês!

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