Do túnel do tempo…

Quem é que quer cruzeirar e tem 253 mil cruzeiros aí?
Se tiver dá pra comprar um legítimo “Albatroz 27” de cruzeiro, fabricado pela antiga Cabrasmar…

Pelo menos é o que diziam os anúncios da época áurea do estaleiro, que funcionou na década de 70 com grande sucesso…

O “veleirão”, fabricado em “fiberglass” podia vir com “carro de encalhe” e até “trilho para cortinas nas janelas laterais”, tudo, claro, como opcional.

Você também poderia comprar o “26 racer”, se preferisse fazer regatas.

Meu primeiro veleiro, o Tangata Manu, foi um Velamar 27 na Guarapiranga. Foi nele que aprendemos – eu e a Diana – as primeiras lições de vela: jaibes involuntários, boiar sem vento horas a fio, consertar motor quebrado, chegar em último nas regatas, passar momentos de terror quando entrava uma frente fria de levantar ondas de mais de 1 metro na represa… essas coisinhas que nos fazem verdadeiros velejadores.

Hoje, os adeptos dos velhos e bons Velamares (seja que tamanho for), ainda gostam muito e falam muito bem dele. Eu mesmo só tenho elogios, tanto no desempenho quanto na construção robusta e confiável.

Na internet há até um grupo reunido numa lista de discussão do Yahoo formado somente por proprietários dos Velamar. Nela se pode trocar muitas informações e até comprar um deles que vira e mexe é colocado à venda por lá.

Aliás, esta e outras imagens foram roubadas de lá, postadas gentilmente pelo Arthur Lara, criador do grupo e – óbvio – proprietário de um Velamar…

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Sobre Ricardo Amatucci

Trabalhar com amor, afinco e seriedade. Chegar lá será a consequência!
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