4 sequestrados por piratas foram mortos

“Djibouti is a big refueling stop. I have NO idea what will happen in these ports, but perhaps we’ll do some local touring…”.

Esses eram os planos de Adams, um dos velejadores mortos por piratas Somalis. Ele e a esposa costumavam levar muitas pessoas por suas viagens pelo mundo a bordo do Quest, mas a partir de 2010 diminuiram os convites exatamente “por causa da agitação civil do sudeste da Ásia”, como registraram em seu blog.

Adams e mais 3 americanos foram mortos a tiros por piratas somalis que sequestraram a embarcação, afirmou a imprensa americana. O “Quest” foi sequestrado na sexta-feira passada (18) na costa de Omã e foi levado pelos piratas para a costa da Somália.
Segundo a CBS News, havia mais de dez piratas no iate e, alguns foram mortos e outros foram capturados. Os reféns Scott Adam, sua mulher Jean, da Califórnia, e Phyllis Macay e Bob Riggle, de Seattle, foram mortos a tiros.

Desde 2004, os Adams viviam em seu veleiro na Marina Del Rey na Califórnia, metade do ano.
Os outros seis meses passavam velejando ao redor do mundo, frequentemente distribuindo Bíblias em partes remotas das ilhas Fiji, no Alasca ou Nova Zelândia, além da América Central e Polinésia Francesa.

O Blog do Quest mostra que os planos dos velejadores em 2011 era mesmo subir pela região, cruzando o Suez até Athenas…

Que merda !

Sobre Ricardo Amatucci

Trabalhar com amor, afinco e seriedade. Chegar lá será a consequência!
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3 respostas a 4 sequestrados por piratas foram mortos

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  2. ROBERTO RODRIGUES diz:

    Só não entendo o que as autoridades estão fazendo.
    Tem (ou tinha) até porta aviões patrulhando aquela região.
    Não lembro aonde lí no mês passado, que tinha uma frotilha de mais de 30 veleiros (comboio) para atravessar. Alguém sabe o que aconteceu?
    Lamentável uma situação dessas.
    Abç e bons ventos sempre

    • tangatamanu diz:

      Roberto,

      Acho que a capacidade de fuga e sumiço da rapaziada da pirataria está sendo mais eficiente que os navios. E depois que há reféns não se pode simplesmente atacar… complicado, né ?!

      Abraço
      Ricardo Amatucci

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