Expedição Tietê-Paraná – Dia 6

Passamos o dia navegando, hora com vento, hora sem, até a eclusa de Ibitinga. Na entrada tivemos uma surpresa desagradável: um imenso camalote impedia a entrada das embarcações. Normalmente as barcaças que cruzam o Tietê não têm problema com isso, pois são grandes e têm motores potentes. No caso dos pequenos veleiros e lanchas de passeio a entrada fica inviável. Foram três horas de trabalho duro para poder passar um a um dos barcos rebocados e empurrados pela lancha de apoio. Navegamos até o final da tarde e acampamos no rancho do velejador e amigo Fábio Borges, já na região de Borborema, na foz do rio da Onça. Foi a noite mais gelada até agora, com muito orvalho. Nossa barraca amanheceu ensopada. Acordamos às seis horas, arrumamos as coisas e partimos as sete horas da manhã.

Viaje conosco pelo Tietê

Sobre Ricardo Amatucci

Trabalhar com amor, afinco e seriedade. Chegar lá será a consequência!
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2 respostas a Expedição Tietê-Paraná – Dia 6

  1. Explique o que é um “camalote” será um hibrido de camelo com caxalote?

    • tangatamanu diz:

      Hehehe, é uma floresta flutuante de plantas áquáticas que impede a navegação, Há ilhas criadas a partir disso pelo Tietê !

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