oS biChiNhOs dA LeLê

Vou deixar de fora os cachorros e os gatos, caso contrário o post ficaria longo por demais. Helena adora os bichinhos e basta um entrar em seu campo de visão que lá vem um “ai, que bonitinho”, “que fofinho”… Alisa, pega no colo, brinca. Nessas férias não foi diferente. Na praia do Engenho ela “adotou” um filhote de cachorro errante que estava por lá. Deu comida do seu prato. Ele nos seguiu a tarde toda pela praia.
Mas também apareceram outros bichinhos menos comuns durante nossos passeios.
Em Parnaióca havia uns marimbondos pretos gigantes, pelo que percebemos estavam na época de acasalamento, e que para desespero da Helena voavam às dezenas de um lado para o outro na trilha que estávamos para a cachoeira. Esses eu não consegui fotografar.
Mas consegui registrar alguns outros momentos interessantes. Na Enseada Sítio Forte demos de comer às tartarugas, direto na boca delas. Há um bar flutuante por lá, e se você pedir o dono dá uns pedaços de peixe ou lula para que possamos dar direto na boca das tartarugas. Primeiro de cima, ainda no deck de onde tirei a foto (apesar de ser tartaruga, a coisa foi rápida e não deu tempo de ajustar o filtro, desculpe os refelxos…). Depois entramos na água e ela vinha ao nosso encontro: enorme, e firme em toda a sua majestade quelônica. Uma emoção e tanto. Elas – como nós – adoraram o mimo.
Um outro momento registrado (clique nas fotos para ampliar) foi quando um budião veio tentar abocanhar o “espaguete” que ficava boiando à meia água na popa do Tangata. Parecia ter se maquiado para a visita tal o colorido com que o peixe se apresenta… Chegou a arrancar um pedacinho do flutuante antes que pudéssemos impedir. Ficamos lá assistindo o “ataque” sem cerimônia que o bichinho fazia, imaginando vai saber o que daquele quitute enorme e rosa que não reagia. Talvez ele imaginasse se tratar de algum tipo de “chisitos” ou outro salgadinho marinho agigantado. Vai saber.
Mas curioso mesmo foi vermos um pinguim que estava perdido do lado de fora da Ilha Grande (a água estava fria ou não?). Foi quando saímos de Aventureiro. Lá estava ele boiando calmamente entre as ondas que passavam pra lá e pra cá.
Na trilha que vai da Enseada de Palmas até a praia de Lopes Mendes, foram os saguis que apareceram. Malandros (macaco malandro parece até pleonasmo), eles estão acostumados a “pedir” comida aos turistas que invadem a trilha todos os dias. Os mais ecológicos dão frutas. Infelizmente muitos dão salgadinhos, bolachas e outras porcarias aos bichinhos. Pelo que pudemos observar em pouco tempo, a taxa de colesterol dessa macacada deve estar pelas tabelas.
Entre um mergulho e outro, caminhadas, banhos de rio, ficaram lições de ecologia, biologia, preservação e cidadania que pudemos proporcionar à Helena.
Tomara que ela aproveite bem isso no futuro… Por hora ficamos curtindo as viagens, os banhos de rio – como esse em Parnaióca – os momentos em família e os bichinhos da Lelê…

Sobre Ricardo Amatucci

Trabalhar com amor, afinco e seriedade. Chegar lá será a consequência!
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3 respostas a oS biChiNhOs dA LeLê

  1. miriam diz:

    Gentem, eu já vi pinguin na saida do bracuhy, mortinho né, pq era no alge do verão. Mas vi tumem. E aí arrumaram a geladeira? bjs pros três. miroca

  2. A geladeira ainda está sob investigação mas parece que foi a placa controladora que precisará ser trocada… chuif…chuif…($$)

  3. miriam diz:

    sei como são esses|$$$$$$$$$$, vou levantar o barco na verolme, heheheheh. Eu ia dizer para Heleninha, que pai reclama né, não???????????? bjs pros três miroca

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